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agoravejoassim

agoravejoassim

De que te vestes...

De onde bebes,

De que te vestes

De onde bebes Ignorância que te enaltece

Humilde vivã Aprende com o dia a dia

De quem dorme num divã

Entregas-te à certeza que a beleza mora aqui, não te iludas, porque antes desta ainda tens que passar por outra e para além destas existem muitas outras, Medíocre pensamento o que se resume apenas à vivência mais próxima, grandioso o que partilha a experiência livremente e obtém novas curiosidades e descobertas do que vive a mesma realidade noutra dimensao. Deveras, substimas naturalmente o que já viveste, por vezes com decepção mas agora como mais uma experiência , não tens consciência de como as más experiências e as temporárias valorizam o simples facto de estares vivo. Imagino os que seguem um estereótipo organizado e realizado e feliz que não condeno e até será um percurso condecorado,iupi. Não vejo! Mas acredito e consigo, queres melhor? Se não fosses tu a balança nunca se manteria, não existiria, seria indispensável e tudo perderia a piada.

Cuidado...cuidado...

...

não te percas na tentação, já dizia a avozinha e a igreja católica, com razão mas sem experiência, apenas em julgamento porque assim lhes ensinaram e manipularam. Agora que sabes percebes que a razão por premeditação pode acertar, mas nem sempre. Mas a probabilidade usada como certeza é mais credível que a própria certeza. Engraçado que a mesma probabilidade por esta razão pode igualmente destruir muitas acções e quem as toma motivadas por este facto. Quem és tu, quem és tu que julgas saber apenas por conseguires defender e aceder ao vencer. Alguma vez ponderaste que apenas estás a perder. PROVAVELMENTE não.

Encontras na filiação...

...

um sentido de responsabilidade e consequente insegurança pelo futuro, mas na realidade não te podes concentrar nessa realidade ou serás manipulado e viverás na mediocridade, apenas por não perceberes que o que te move é simplesmente a inoperalidafe e inocência de uma criança que quando for adulto pode ou não reconhecer esse esforço, mas nessa altura já não interessa porque esse sentimento desvanece, pois já não é criança, que saudades.

Revês em ti....

a degradação. A criatividade ainda existente.

Já não te motiva com o mesmo esplendor e alegria que se sente.

Já não acreditas.

Não ris.

Não vês.

Apenas sintetizas racionalmente e experientemente, quando a mesma visão sempre te orientou e encaminhou ignorantemente mas feliz.

Revês agora a visão da ignorância que sentias mas não existia.

Remetes ao passado a visão de hoje, mas agora não tens fuga possível, vive-a, vive-a seu visionário ignorante! Acordar? Já estás atrasado, mas pode sempre surgir uma nova data.

Não será a mesma coisa, mas aí está a surpresa, quando já nada te surpreende...

Comunicação imaginária....

Será que...

Quando ouves, deduzes, que na linguagem se subentende a inteligência algorítmica de um mundo paralelo que te analisa e comunica a verdade e interpretação real do teu ser. Iludes-te, pois infelizmente, não há mensagem para além do diálogo ou simplesmente não existe essa capacidade dos que te rodeiam, o que te desilude, mas ao mesmo tempo te ilude num esconderijo pessoal, acabando por ser irreal e anti-social.

Quero que se saiba que...

existe

uma grande falta de comunicação intrínseca que prejudica gradualmente o ser humano e existem grandes influências e distracções propositadas que a cada segundo fere e debilita o indivíduo e as suas relações sociais, presentemente controladas e que vivem na ignorância, julgando os que assim não vivem como desatualizados e antiquados. Valores e princípios são diluídos inconscientemente. Que degradação...há quem chame a isto evolução.

Resto 1

fundo.jpg

 

Sentia falta de outro género de felicidade, a egoísta em que sou feliz com as coisas mais parvas, sem responsabilidade e sem influência de estar feliz por estar com os que mais amo e por fazê-los felizes. No entanto esta minha felicidade é influenciada pelos que não conheço, vejo em outros aquilo que me faria feliz, pelo simples facto de agirem naturalmente, sem objetivos nem metas agem como se sentem isolando-se da envolvente sem se aperceberem do mesmo. É tão bonito ver um bebé a brincar, um casal a namorar, os amigos a conviver, fazem-me feliz sem o saberem e recordam-me esses momentos em que alguém se sentiu igual sem eu saber. Isto tudo para perceber que me sinto mais feliz com a felicidade de outros que na realidade vivem na ignorância da importância que isso possa ter. É curioso, mas pensando assim nunca conseguirei ser feliz e tu achas que consegues?

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